Estratégia
O funil mede passagem. A arquitetura mede o que permanece.
Uma pergunta simples: depois que a venda acontece, o que fica dentro do sistema além da receita?
O funil é útil para medir entrada, avanço, perda e conversão. O problema começa quando uma ferramenta de passagem é tratada como teoria completa de crescimento.
A venda pode terminar em receita ou pode mudar o estado do sistema. Pode gerar dado, confiança, reputação, indicação, recorrência, aprendizado e novas necessidades. É essa capacidade de deixar resíduos positivos que separa uma transação de uma arquitetura acumulativa.
A pergunta de projeto deixa de ser apenas quantas pessoas atravessam o processo. Passa a ser quanta energia econômica permanece e em que ela pode se transformar depois da compra.
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