Minha trajetória profissional passou por negócios e pelo mercado imobiliário e evoluiu para a construção de produtos digitais, plataformas, sistemas de inteligência artificial, métodos de engenharia e novas arquiteturas de informação, segurança e operação. Em cada etapa, uma coisa se repetia: os resultados visíveis quase sempre eram consequência de estruturas invisíveis.
Foi daí que nasceu uma forma recorrente de pensar. Em vez de perguntar apenas como melhorar a execução, procuro entender que arquitetura faz um problema existir daquela maneira. A pergunta seguinte costuma ser: e se reconstruíssemos essa arquitetura?
Esse raciocínio deu origem a métodos e sistemas próprios como Stator, CPPS, UPEM e Engenharia Arquitetônica de Negócios, além de inovações tecnológicas como Dado-DNA, API-DNA e Operational Trust Infrastructure, já submetidas a ciclos intensos de teste e validação operacional.
Também mantenho programas de investigação como o PRUI, nos quais hipóteses ambiciosas precisam ser medidas, testadas e submetidas à tentativa de refutação antes de serem tratadas como verdade. Para mim, autoridade não vem do título de quem afirma. Vem da qualidade da prova.
Os livros são uma derivação desse trabalho de construção. Escrever é a forma que encontrei de transformar experiências, hipóteses, erros, princípios e modelos em algo que possa ser examinado, contestado e reutilizado por outras pessoas.
Mente de Titã explora crescimento empresarial pela maturidade de quem constrói. Perguntas que Valem Milhões trata a pergunta como ferramenta de inteligência. O Mundo das IAs investiga o papel humano quando máquinas ampliam cognição e criatividade. Flywheel e Stator leva esse raciocínio para a arquitetura empresarial e formaliza a Engenharia Arquitetônica de Negócios.
O fio que conecta tecnologia, negócios, pesquisa e escrita é o mesmo: observar, questionar, decompor, reconstruir, integrar, testar, refutar, provar, evoluir e executar/construir.
Eu não quero apenas prever o futuro. Quero participar da construção dele.